Braçada do nado Crawl.

Da entrada ao "agarre". 

     A downstroke ou varredura para baixo determina a dinâmica do nado. Quando o nadador tenta antecipar a aplicação de força, além de criar resistência ao deslocamento horizontal cria oscilação vertical o lesão no ombro. 

    Nessa fase da entrada ao agarre o nadador não aplica força, pois não é uma fase propulsiva. Após a entrada a trajetória da mão e antebraço segue até uma posição em que o cotovelo fique mais baixo que os ombros. A flexão do punho facilita a movimentação do braço à posição correta, em função da pressão da massa d'água sobre a mão. 

    Ao aplicar força nessa fase a cabeça do úmero sobe, pressionando a estrutura mole, muitas vezes causando a famosa síndrome do ombro do nadador. Grandes nadadores mantêm os dedos afastados para reduzir a pressão da água, reduzindo a carga no ombro. O nadador só deve aplicar força após o "agarre". 

Prof. Marco Angelo, MSc. Cref1: 5903/G

@coach_marco_angelo 
Parâmetros fisiológicos e prescrição do treinamento no triathlon
Postada 27/11/2020,  Artigo do Professor Marco Angelo Barbosa dos Anjos, mestre em Ciência da Motricidade Humana, Pós-graduado em Ciência do Treinamento Desportivo, especialista em Análise do Movimento e Bikefit, Técnico de Triathlon CBTri/Patco, CREFI 05903/G-RJ. 

Explica a relação da intensidade do treinamento com as variáveis fisiológicas, principalmente a ventilatória no triathlon. 

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