Treinamento e redução da gordura corporal
Mitos quanto à prescrição do exercício e a queima de gordura corporal.
Primeiro vamos entender um pouco sobre os objetivos do treinamento físico: 1) todo treinamento é neuromuscular (alguém já viu um coração correndo pelas ruas?); 2) o tamanho da massa corporal envolvida no exercício, a sua intensidade e a sua duração determinam o nível de participação do sistema cardio-vascular e respiratório, que supriram as necessidades energéticas das células dos músculos envolvidos no movimento e, 3) nem todo exercício como corrida, ciclismo e natação vão favorecer a redução da gordura corporal pela sua utilização como fonte de energia durante o exercício, depende do nível do esforço físico.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam você não precisa se matar durante o exercício para aumentar o consumo de gordura, pois o consumo de gordura está relacionado com a intensidade, isto pode ser explicado fisiologicamente pela relação entre o consumo de oxigênio durante o esforço (o que a célula é capaz de absorver e utilizar) e a produção de íons de hidrogênio pela gordura, que é altíssimo quando a gordura é metabolizada. Assim os exercícios de baixa intensidade são os mais indicados para aumentar o consumo de gordura corporal. Mas o que é intensidade baixa e qual a duração recomendada?
Normalmente a intensidade está relacionada o nível de esforço induzindo ao sistema cardio-vascular e respiratório, sendo indicado pela freqüência cardíaca (batimentos por minutos) e pelo consumo de oxigênio. A baixa intensidade é relacionada aos esforços em que a resposta do sistema cardiorrespiratório em relação ao nível de repouso é faz com que a frequência cardíaca e a ventilação pulmonar se elevem pouco em relação ou repouso. Para a maioria dos indivíduos esta intensidade fica na faixa de 120 a 160 bpm. Esforços mais intensos serão sustentados pelo metabolismo dos carboidratos que é capaz de produzir energia de forma mais rápida. Porém a duração do exercício é fundamental para que ocorra um alto gasto de gordura corporal.
Vamos entender:
Para cada litro de oxigênio consumido durante o exercício (O2) há um gasto de 5 kcal. Logo, um indivíduo com 75 kg e um consumo máximo de oxigênio (VO2 max) de 5,25 litros/minuto ou 70 ml/kg/min será capaz de consumir 26,25 kcal/min de exercício. Porém, nesta intensidade o exercício só pode ser mantido entre 3 a 5 minutos e a energia requerida vem da síntese da glicose presente na célula muscular. Contudo mantendo-se a intensidade próxima de 130 bpm ou 40% do VO2 max, ainda 60% da FC max, nosso aluno consumirá 2,1 litros de O2/min que corresponde 10,5 kcal/min.
Então se ele mantém o esforço por 30 minutos consumirá (30 x 10,5= 315kcal) 315 kcal que nessa intensidade é suprido pelo metabolismo das gorduras. Mas para cada grama (g) molécula de gordura metabolizada 9kcal são gastos, assim serão metabolizados (315kcal / 9g= 35g) 35 gramas de gordura. Mesmo que o nosso aluno tenha 6% de gordura corporal que corresponde a 4,43 kg de gordura há muita gordura para ser “queimada” e as 35 gramas rapidamente serão repostas pela alimentação.
Interval Training for Performance: A Scientific and Empirical Practice Special Recommendations for Middle- and Long-Distance Running.
In 1910, it was possible to measureVO2 during exercise but no athletes were tested for training improvement. However, in 1912, the 10 000m Olympic championship runner, Hannes Kolehmainen (Finland), had already used interval training at the specific 10km pace. He had trained using 5 to 10 repetitions of 3minutes 5 seconds every 1000m (19km/h). 80 years later the 10km specific interval training is run at 22.7 km/h.
During the 1920s and 1930s, at a time when Hill had invented the concept of VO2max and oxygen deficit to explain the shape of the velocity-time relationship, the great Finnish runner, Pavoo Nurmi (who ran the 5000m in 14 minutes 36 seconds at 20.6 km/h), introduced short interval training at an intensity superior to a specific velocity such as 6 × 400m in 60 seconds at 24 km/h inside a slow run of 10 to 20km in the woods.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
Como escolher um bom programa de treino.
Um
programa de treinamento deve desenvolver os mecanismos fisiológicos que
proporcionam energia para a contração muscular. Assim, como as capacidades
funcionais e psicológicas necessárias à prática esportiva ou da atividade
física, onde as sessões de treino devem promover adaptações nos sistemas do
organismo humano a fim de potencializar as suas capacidades funcionais.
Um
programa sistemático de treino deve ser baseado nos princípios do treinamento
esportivo, que regem o processo de adaptação às cargas de treinamento e a
evolução crescente e controlada da sobrecarga a fim de evitar o
sobretreinamento.
A
relação entre a carga de treino mostra que as adaptações só ocorrem quando a
intensidade alcança a capacidade de rendimento individual e um volume mínimo.
Um grande volume com uma intensidade baixa ou um estímulo intenso com um volume
baixo provoca pouca ou nenhuma adaptação. Sendo, esse processo o resultado
entre esforço e recuperação.
A
carga é o estímulo mensurado para desenvolver, aperfeiçoar ou manter os níveis
fisiológicos e funcionais do treinamento. A carga externa provoca reações no
sistema funcional, físico e psíquico do indivíduo. A carga interna é o grau das
modificações orgânicas e de solicitação psíquica provocada pela carga externa.
Deve-se evitar que a estrutura da carga externa não provoque sempre a mesma
carga interna na elaboração do programa de treinamento. E a carga interna é
influenciada por cada componente da carga externa.
Os
componentes internos são influenciados pela parte orgânica e psíquica. Os
componentes da carga externa do exercício são:
1. Intensidade
2. Duração
3. Intervalo
4. Volume
5. Freqüência
6. Meio
ambiente
Muitos
colegas e atletas me perguntam sobre como devemos proceder para a elaboração de
um programa de treinamento. Em breve estará disponível um manual prático e objetivo que visa responder de forma clara e prática as questões relativas o treinamento físico e esportivo, seguindo a
cronologia da elaboração de um bom programa.
Triathlon
O
triatlo é composto por três modalidades esportivas: a natação, o ciclismo e a
corrida feitos seqüencialmente. O triatlo surgiu como esporte para o mundo em
meio a uma discussão casual junta a mesa de um bar, em Honolulu, Havaí, na
pequena cervejaria, Primo Brewery. Estavam reunidos esportistas contando suas
proezas em três provas tradicionais da cidade: O Waikiki Rough Water Swim,
prova de natação com 2,4
milhas (aproximadamente 3,8 Km); a Around Oahu Bike
Race, prova ciclística cujo circuito dá a volta na ilha de Oahu; e a maratona
de Honolulu, não chegando a um acordo sobre qual prova exigia mais resistência
física. Então, o Comandante da Marinha John Collins fez um desafio, dizendo que
o homem de ferro ou IRONMAN seria o
indivíduo que conseguisse completar as três provas uma após a outra, no mesmo
dia.
A prova ocorreu no dia 18 de
fevereiro de 1978, quinze atletas largaram para a prova. Neste dia surgiu o
"IRONMAN" do Havaí, a prova de triatlo mais famosa do mundo.
Doze homens completaram a prova.
Nesta prova não havia água, voluntários, estrutura, nada! Os competidores que
se cuidassem. John Collins parou na metade da corrida para jantar num pequeno
restaurante, e saboreou um autêntico Chili Mexicano. Yohn Dunbar, um marinheiro
que liderou boa parte da prova parou para se hidratar, seus amigos lhe ofereceram
uma cerveja gelada. Dunbar ficou bêbedo e perdeu a liderança para o taxista
Gordon Haller, que venceu o desfio com 11 horas e 46 minutos.
Há registro da prática do triathlon
no início da década de 1970, pelo San Diego Track Clube, como um método de
treinamento alternativo para as rigorosas provas de pista. O primeiro evento do
clube consistiu em uma corrida 10
km, um ciclismo de 8 km e 500 metros de natação.
Em 1989, a União de Triatlo
Internacional (ITU) foi fundada em Avignon, na França, organizando os primeiros
campeonatos mundiais oficiais. O triatlo olímpico surgiu em 1984, quando foi
idealizado com base nas distâncias oficiais e da prova longa de piscina (1,5 km), do contra-relógio
de ciclismo (40 km)
e dos 10 km
da prova de fundo de pista. Foi levado
em conta o evento existente em cada disciplina no programa Olímpico.
No Brasil, a primeira prova
aconteceu em 1982. Em 1990, surgiram as federações. Em 1991, surgiu a
Confederação Brasileira de Triatlo “CBTri”.
Em 1994, no congresso dos Jogos
Olímpicos, em Paris, na França, o triatlo foi premiado com o status de
modalidade do programa Olímpico e fez o seu debute nos Jogos Olímpicos de
verão, em Sydney, Austrália, no ano 2000. O evento das mulheres aconteceu no
primeiro dia, 16 de setembro, e os homens no dia seguinte, 17 de setembro.
O triatlo oficialmente é
caracterizado por suas diversas distâncias em que é disputado. A tabela 1
apresenta as distâncias que classificam as provas; para competições e a
elaboração de programas de treinamento (ITU, 2001).
Distâncias Oficiais do Triatlo em quilômetros (km).
Evento
|
NATAÇÃO
|
CICLISMO
|
CORRIDA
|
7-10 anos
|
0,1
|
5
|
1
|
11-14 anos
|
0,2
|
12
|
3
|
Short
|
0,75
|
20
|
5
|
Olímpico
|
1,5
|
40
|
10
|
Long
|
2,0
|
50-100
|
10-30
|
Ironman
|
3,8
|
180
|
42,195
|
Ultraman
|
10
|
421
|
84
|
A prática seqüenciada da natação, do
ciclismo e da corrida em suas diversa distâncias oficiais faz com que o triatlo
tenha uma duração de 50 (cinqüenta) minutos até aproximadamente 24 (vinte e
quatro) horas, gerando demandas fisiológicas distintas das práticas esportivas
individuais.
Os fatores que proporcionam essas
influências diferem o “age group” da categoria elite. A primeira determinante
do sucesso no triatlo é a capacidade de sustentar um alto percentual de
despediu energético por um prolongado período de tempo.
Estudos têm mostrado que os
triatletas da elite e os amadores do sexo masculino têm estatura média de 179 cm (O’Toole et al, 1995. HUE et al, 1999.
DENADAI e BALIKIAN JUNIOR, 1995. DEVITO et al, 1995. BONSIGNORE et al, 1998.
HAUSSWIRT et al, 1999. SCHABORT et al, 2000), enquanto que os ciclistas
profissionais apresentam a estatura aproximada de 179,75 cm (PADILLA et al,
2000. GNEHM et al, 1997. LIEDL et al. 1999. FERNANDEZ-GARCIA et al. 2000. DRABBS
e MAUD, 1997). Verifica-se, assim, que ambos os tipos de atletas apresentam
estaturas similares. Os corredores de 10 km apresentam uma estatura média de 177,68 cm (ROECKER et al,
1998), mostrando-se mais baixo do que os triatletas. Segundo SLEIVERT, G. S. e
ROWLANDS, D. S. (2000), os nadadores de fundo apresentam estatura média (185 cm), mais alta do que os
ciclistas profissionais e do que os triatletas.
Característica antropométrica –
estatura média de
triathletas apresentados em diversos
estudos.
Estudo
|
n
|
ESTATURA (cm)
|
Albrecht et al. (1986)
|
9
|
181,6
|
Kohrt et al. (1987)
|
8
|
179,4
|
Kreider (1988)
|
9
|
179,4
|
Roalstad (1989)
|
10
|
181,9
|
Schneider et al. (1990) [elite]
|
10
|
179,3
|
Sleivert and Wenger (1993)
|
18
|
180,0
|
Miura et al. (1997)
|
17
|
171,1
|
Hue et al. (1998)
|
7
|
180,4
|
M
|
11
|
179,14
|
SD
|
4,14
|
3,40
|
Fonte: Hue, O., Le-Gallais, D. Boussana, A.
Chollet, D. e Prefaut, C. 2000, p. 104.
Os dados antropométricos são
de grande importância para os triathletas. Os atletas com comprimentos maiores
podem ter alguma vantagem sobre os atletas com comprimentos corporais menores,
devido ao maior comprimento de alavancas, promovendo assim, uma melhor
capacidade de deslocamento por amplitude de movimentos maiores com uma menor
freqüência de movimentos (TOWNSEND, M. A. R, 1995).
Segundo Toussaint, H. M. (1990), os nadadores
apresentam uma maior distância por braçada e uma menor freqüência do que os
triatletas (1,23 m
x 0,92 m)
proporcionando uma maior velocidade de deslocamento (1,17 m.s-1 x 0,95 m.s-1).
Toussanit verificou que os triathletas gastam mais energia para produzir
movimento (45 W) do que os nadadores (32 W) e, que os triatletas despendem mais
tempo fazendo treinamento para desenvolver as qualidades físicas realizando
pouco trabalho para desenvolver a técnica do nado crawl. Contudo, em seus
estudos não foram verificadas as influências dos comprimentos corporais nas
alavancas.
A atualmente a elite do
triathlon, que compreende os atletas de alta performance tem uma população de
50 atletas olímpicos (ITU, 2001).
A média de idade dos atletas de
triathlon de alto rendimento do Rio de Janeiro é aproximadamente de 28,13 ± 5,60 anos,
peso igual a 68,31 ± 6,05kg e estatura com 176,10 ± 3,41cm. Para o mesmo grupo o percentual
de gordura corporal, utilizando o protocolo de Pollock, com sete dobras
cutâneas, foram 4,9 ± 1,45%.
Utilizando o protocolo de Faulkner, foram de 9,5 ± 0,74%.
No mesmo estudo os valores médios do
somatotipo caracterizaram os atletas como meso-ectomórfico (1,55 - 4,22 -
2,99). O valor baixo para o componente endomorfico parece este associado ao
grande volume de treinamento. Entretanto o valor alto para o componente
mesomórfico pode esta associado ao pratica da natação e ao elevado componente
neuromuscular do ciclismo.
Os valor médio do consumo máximo
de oxigênio VO2
max de 66,76 a
73,06 ml.kg-1.min-1. Diferentes estudos tem mostrado
valores variados para o consumo de oxigênio, principalmente devido ao n dos
estudos e os diferentes níveis de performance de cada grupo. Segundo, HUE, O.
et al. (2000) os valores do VO2max no cicloergômetro e na esteira em triatletas
de elite (75,9 ± 5,2 e 78,5 ± 3,6 ml.kg-1.min-1 respectivamente) apresentam uma
diferença de apenas 3,31%.
O estudo dermatoglífico dos triathletas de alta performance do Rio de Janeiro, apresentou na configuração gráfica dos dedos: A (arco) = - 0,10 a 1,8; L (presilha) = 4,6 a 8,4; W (verticilo)= 1 a 4,8; D10 (índice delta)= 9,8 a 14,8; SQTL (somatório da quantidade total de linhas)= 90,8 a 146,4. A seguinte formula digital (%) analisada: ALW=10%, 10L=20%, L>W=40% W>L=30%. A presença do laço nos triatlhetas avaliados está associada à elevada capacidade oxidadativa das fibras intermediárias e a adaptação das fibras CR ao alto volume de treinamento. A intensidade média mantida nessas provas acima esta acima de 85% do VO2 max, aonde são solicitados as fibras de Tipo I, Tipo IIa e IIb, para a manutenção da atividade.
A quantidade encontrada para o índice SQTL (118,6 ± 44,92)
caracteriza um misto entre força relativa e resistência física. Esses dados
mostram-se significantes quando comparados aos dados apresentado por Abramova, et al (1995) para os ciclistas de estrada
(139,1 ± 28,3) e de velódromo (128,1 ± 34,1).
A quantidade de arcos “A” (6%)
encontrado neste grupo aproxima-se do apresentado por Abramova et al. (1995)
(A= 1,8%) para o ciclismo de estrada, o aumento do percentual de presilhas “L”
(65%) está próximo ao valor apresentado pelo mesmo autor (63,5%), enquanto o
percentual de verticilo “W” (29%) assemelha-se ao percentual de 27%.
Marco Angelo treinamento esportivo termina o ano com sucesso no XCM e na Natação.
Geraldo Sena e Alex Pontes terminam o ano com sucesso total.
http://www.youtube.com/watch?v=DIxZRewkUwE&feature=youtu.be
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