Atletas dos EUA começam a testar camiseta com sensor de medição de desempenho



Todos os anos as páginas de esporte dos jornais publicam matérias sobre o último atleta lesionado. Não é novidade que treinadores e times levam seus atletas aos limites do que um corpo humano suporta para tirar deles o máximo de aproveitamento nas suas modalidades, o que transforma as lesões em um efeito colateral comum; se isso é correto ou não cabe aos especialistas em medicina esportiva responder. O caso é que uma empresa chamada Under Armour criou uma nova ferramenta para medir esses limites e o desempenho dos atletas durante sua atuação.
Uma camiseta chamada de Under Armour E39 já está sendo testada pela NFL (a liga estadunidense de futebol americano) durante sua temporada de caça a novos talentos em universidades dos EUA.
Nessa camiseta está embutido um sensor equipado com um acelerômetro de três eixos, um processador e memória capaz de armazenar até 2GB de dados. Durante o treino, esse sensor monitora os batimentos cardíacos e a respiração do atleta, o que até já é comum em certos aparelhos, mas o E39 vai um pouco além.
Um sistema interno é capaz de analisar os movimentos individuais do atleta, além de dados biométricos, para ajudar a identificar problemas de desempenho.
O sistema é tão sofisticado que é possível analisar cada passada do atleta o que, no caso de um corredor ou de um jogador de futebol, pode identificar problemas de sincronia ou de queda na velocidade linear. Os dados podem ser usados posteriormente em treinamentos de força – para aumentar a explosão – ou de resistência.
Os dados coletados pelo aparelho podem ser baixados para celulares ou laptops usando Bluetooth, mas a Armour já enxerga um futuro onde esses dados poderão ser enviados para os treinadores, técnicos e médicos em tempo real.
Fontes:  Por Leonardo Carvalho, http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27841787
 Engadget / Wired

Biomecânica da Corrida

Posicionamento do Corpo
O deslocamento do CG para frente, com aumento da distância de força (d), depende da velocidade da corrida, do grau de inclinação do corpo e da amplitude de flexão do quadril.
Há uma grande diferença entre a marcha e a corrida. Durante a marcha ocorre o apoio do calcâneo com o solo a fim de facilitar o balanço, devido a baixa velocidade de deslocamento dos membros e a grande carga criada pela estensão do membro inferior, produzindo um forte apoio (impacto) e uma força de frenagem se a mecânica não for trocada no ato de correr.
O toque chapado dos pés com o joelhos semiflexionados reduz a força e a direção do impacto, que não se incide mais na sentido da patela e do acetabulo e anula força de frenagem.




Os membros superiores 

O movimento pendular dos membros superiores auxilia o torque escapular economizando trabalho muscular e ajudando a neutralizar o torque de giro pélvico.








 



Calendário brasileiro de XTERRA (2011)

  • XTERRA (cidade a definir) / MG – 2 e 3 de abril
  • XTERRA Training Itapira / SP – 30 de abril
  • XTERRA Training Indaiatuba / SP – 7 de maio
  • XTERRA BRAZIL MANAUS/ AM – 11 de junho * ETAPA MUNDIAL *
  • XTERRA Training Indaiatuba / SP – 30 de julho
  • XTERRA Mangaratiba / RJ – 13 de agosto
  • XTERRA Ilhabela / SP – 10 de setembro
  • XTERRA Tiradentes / MG – 1 e 2 de outubro
  • XTERRA Ceará/ CE – 18 e 19 de outubro
  • XTERRA Florianópolis/ SC – 10 e 11 de dezembro

XTERRA Mangaratiba

No dia 7/08/2010, o atleta Alex Pontes, categoria 40-44 anos,  Prosport Team e Guarda Municipal do Rio de Janeiro, obteve no XTERRA Mangaratiba, uma competição de natação no estilo maratona aquática, na qual o nadador nadou a distâncias de 3 km e chegou na 14ª colocação no geral (#252 45:03), mesmo tendo nadado antes a prova de revezamento do triathlon de 1,5km, chegando na 2ª colocação com o tempo de 22:10, saindo no pé do sulafricano que ganhou a prova.

O VÁCUO OU DRAFTING NO CICLISMO

            O ciclismo tem se desenvolvido tecnologicamente, criando bicicletas cada vez mais leves e aerodinâmicas. Entretanto o maior criador de resistência é o corpo do ciclista, e muitas vezes negligência essa estrutura, que pode aumentar drasticamente a zona de turbulência criada atrás do corpo em deslocamento gerando o chamado vácuo (site http://www.princeton.edu/~asmits/Bicycle_web/bicycle_aero.html).
            A zona de vácuo é criada quanto uma ou mais corpos se colocam próximos, lateralmente ou um atrás do outro, a fim de se evitar a resistência direta causada pelo atrito do ar com os corpos em deslocamento ou não.
 (site: http://www.princeton.edu/~asmits/Bicycle_web/bicycle_aero.html)
A zona de turbulência criada atrás do ciclista (FIG. 1), onde há uma dispersão muito grande das moléculas de ar, criando uma zona de menor pressão faz com que os objetos que se deslocam atrás desse corpo sejam atraídos.
 (http://www.princeton.edu/~asmits/Bicycle_web/blunt.html#pressure)