Treinamento e redução da gordura corporal
Mitos quanto à prescrição do exercício e a queima de gordura corporal.
Primeiro vamos entender um pouco sobre os objetivos do treinamento físico: 1) todo treinamento é neuromuscular (alguém já viu um coração correndo pelas ruas?); 2) o tamanho da massa corporal envolvida no exercício, a sua intensidade e a sua duração determinam o nível de participação do sistema cardio-vascular e respiratório, que supriram as necessidades energéticas das células dos músculos envolvidos no movimento e, 3) nem todo exercício como corrida, ciclismo e natação vão favorecer a redução da gordura corporal pela sua utilização como fonte de energia durante o exercício, depende do nível do esforço físico.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam você não precisa se matar durante o exercício para aumentar o consumo de gordura, pois o consumo de gordura está relacionado com a intensidade, isto pode ser explicado fisiologicamente pela relação entre o consumo de oxigênio durante o esforço (o que a célula é capaz de absorver e utilizar) e a produção de íons de hidrogênio pela gordura, que é altíssimo quando a gordura é metabolizada. Assim os exercícios de baixa intensidade são os mais indicados para aumentar o consumo de gordura corporal. Mas o que é intensidade baixa e qual a duração recomendada?
Normalmente a intensidade está relacionada o nível de esforço induzindo ao sistema cardio-vascular e respiratório, sendo indicado pela freqüência cardíaca (batimentos por minutos) e pelo consumo de oxigênio. A baixa intensidade é relacionada aos esforços em que a resposta do sistema cardiorrespiratório em relação ao nível de repouso é faz com que a frequência cardíaca e a ventilação pulmonar se elevem pouco em relação ou repouso. Para a maioria dos indivíduos esta intensidade fica na faixa de 120 a 160 bpm. Esforços mais intensos serão sustentados pelo metabolismo dos carboidratos que é capaz de produzir energia de forma mais rápida. Porém a duração do exercício é fundamental para que ocorra um alto gasto de gordura corporal.
Vamos entender:
Para cada litro de oxigênio consumido durante o exercício (O2) há um gasto de 5 kcal. Logo, um indivíduo com 75 kg e um consumo máximo de oxigênio (VO2 max) de 5,25 litros/minuto ou 70 ml/kg/min será capaz de consumir 26,25 kcal/min de exercício. Porém, nesta intensidade o exercício só pode ser mantido entre 3 a 5 minutos e a energia requerida vem da síntese da glicose presente na célula muscular. Contudo mantendo-se a intensidade próxima de 130 bpm ou 40% do VO2 max, ainda 60% da FC max, nosso aluno consumirá 2,1 litros de O2/min que corresponde 10,5 kcal/min.
Então se ele mantém o esforço por 30 minutos consumirá (30 x 10,5= 315kcal) 315 kcal que nessa intensidade é suprido pelo metabolismo das gorduras. Mas para cada grama (g) molécula de gordura metabolizada 9kcal são gastos, assim serão metabolizados (315kcal / 9g= 35g) 35 gramas de gordura. Mesmo que o nosso aluno tenha 6% de gordura corporal que corresponde a 4,43 kg de gordura há muita gordura para ser “queimada” e as 35 gramas rapidamente serão repostas pela alimentação.
Interval Training for Performance: A Scientific and Empirical Practice Special Recommendations for Middle- and Long-Distance Running.
In 1910, it was possible to measureVO2 during exercise but no athletes were tested for training improvement. However, in 1912, the 10 000m Olympic championship runner, Hannes Kolehmainen (Finland), had already used interval training at the specific 10km pace. He had trained using 5 to 10 repetitions of 3minutes 5 seconds every 1000m (19km/h). 80 years later the 10km specific interval training is run at 22.7 km/h.
During the 1920s and 1930s, at a time when Hill had invented the concept of VO2max and oxygen deficit to explain the shape of the velocity-time relationship, the great Finnish runner, Pavoo Nurmi (who ran the 5000m in 14 minutes 36 seconds at 20.6 km/h), introduced short interval training at an intensity superior to a specific velocity such as 6 × 400m in 60 seconds at 24 km/h inside a slow run of 10 to 20km in the woods.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
Como escolher um bom programa de treino.
Um
programa de treinamento deve desenvolver os mecanismos fisiológicos que
proporcionam energia para a contração muscular. Assim, como as capacidades
funcionais e psicológicas necessárias à prática esportiva ou da atividade
física, onde as sessões de treino devem promover adaptações nos sistemas do
organismo humano a fim de potencializar as suas capacidades funcionais.
Um
programa sistemático de treino deve ser baseado nos princípios do treinamento
esportivo, que regem o processo de adaptação às cargas de treinamento e a
evolução crescente e controlada da sobrecarga a fim de evitar o
sobretreinamento.
A
relação entre a carga de treino mostra que as adaptações só ocorrem quando a
intensidade alcança a capacidade de rendimento individual e um volume mínimo.
Um grande volume com uma intensidade baixa ou um estímulo intenso com um volume
baixo provoca pouca ou nenhuma adaptação. Sendo, esse processo o resultado
entre esforço e recuperação.
A
carga é o estímulo mensurado para desenvolver, aperfeiçoar ou manter os níveis
fisiológicos e funcionais do treinamento. A carga externa provoca reações no
sistema funcional, físico e psíquico do indivíduo. A carga interna é o grau das
modificações orgânicas e de solicitação psíquica provocada pela carga externa.
Deve-se evitar que a estrutura da carga externa não provoque sempre a mesma
carga interna na elaboração do programa de treinamento. E a carga interna é
influenciada por cada componente da carga externa.
Os
componentes internos são influenciados pela parte orgânica e psíquica. Os
componentes da carga externa do exercício são:
1. Intensidade
2. Duração
3. Intervalo
4. Volume
5. Freqüência
6. Meio
ambiente
Muitos
colegas e atletas me perguntam sobre como devemos proceder para a elaboração de
um programa de treinamento. Em breve estará disponível um manual prático e objetivo que visa responder de forma clara e prática as questões relativas o treinamento físico e esportivo, seguindo a
cronologia da elaboração de um bom programa.
Triathlon
O
triatlo é composto por três modalidades esportivas: a natação, o ciclismo e a
corrida feitos seqüencialmente. O triatlo surgiu como esporte para o mundo em
meio a uma discussão casual junta a mesa de um bar, em Honolulu, Havaí, na
pequena cervejaria, Primo Brewery. Estavam reunidos esportistas contando suas
proezas em três provas tradicionais da cidade: O Waikiki Rough Water Swim,
prova de natação com 2,4
milhas (aproximadamente 3,8 Km); a Around Oahu Bike
Race, prova ciclística cujo circuito dá a volta na ilha de Oahu; e a maratona
de Honolulu, não chegando a um acordo sobre qual prova exigia mais resistência
física. Então, o Comandante da Marinha John Collins fez um desafio, dizendo que
o homem de ferro ou IRONMAN seria o
indivíduo que conseguisse completar as três provas uma após a outra, no mesmo
dia.
A prova ocorreu no dia 18 de
fevereiro de 1978, quinze atletas largaram para a prova. Neste dia surgiu o
"IRONMAN" do Havaí, a prova de triatlo mais famosa do mundo.
Doze homens completaram a prova.
Nesta prova não havia água, voluntários, estrutura, nada! Os competidores que
se cuidassem. John Collins parou na metade da corrida para jantar num pequeno
restaurante, e saboreou um autêntico Chili Mexicano. Yohn Dunbar, um marinheiro
que liderou boa parte da prova parou para se hidratar, seus amigos lhe ofereceram
uma cerveja gelada. Dunbar ficou bêbedo e perdeu a liderança para o taxista
Gordon Haller, que venceu o desfio com 11 horas e 46 minutos.
Há registro da prática do triathlon
no início da década de 1970, pelo San Diego Track Clube, como um método de
treinamento alternativo para as rigorosas provas de pista. O primeiro evento do
clube consistiu em uma corrida 10
km, um ciclismo de 8 km e 500 metros de natação.
Em 1989, a União de Triatlo
Internacional (ITU) foi fundada em Avignon, na França, organizando os primeiros
campeonatos mundiais oficiais. O triatlo olímpico surgiu em 1984, quando foi
idealizado com base nas distâncias oficiais e da prova longa de piscina (1,5 km), do contra-relógio
de ciclismo (40 km)
e dos 10 km
da prova de fundo de pista. Foi levado
em conta o evento existente em cada disciplina no programa Olímpico.
No Brasil, a primeira prova
aconteceu em 1982. Em 1990, surgiram as federações. Em 1991, surgiu a
Confederação Brasileira de Triatlo “CBTri”.
Em 1994, no congresso dos Jogos
Olímpicos, em Paris, na França, o triatlo foi premiado com o status de
modalidade do programa Olímpico e fez o seu debute nos Jogos Olímpicos de
verão, em Sydney, Austrália, no ano 2000. O evento das mulheres aconteceu no
primeiro dia, 16 de setembro, e os homens no dia seguinte, 17 de setembro.
O triatlo oficialmente é
caracterizado por suas diversas distâncias em que é disputado. A tabela 1
apresenta as distâncias que classificam as provas; para competições e a
elaboração de programas de treinamento (ITU, 2001).
Distâncias Oficiais do Triatlo em quilômetros (km).
Evento
|
NATAÇÃO
|
CICLISMO
|
CORRIDA
|
7-10 anos
|
0,1
|
5
|
1
|
11-14 anos
|
0,2
|
12
|
3
|
Short
|
0,75
|
20
|
5
|
Olímpico
|
1,5
|
40
|
10
|
Long
|
2,0
|
50-100
|
10-30
|
Ironman
|
3,8
|
180
|
42,195
|
Ultraman
|
10
|
421
|
84
|
A prática seqüenciada da natação, do
ciclismo e da corrida em suas diversa distâncias oficiais faz com que o triatlo
tenha uma duração de 50 (cinqüenta) minutos até aproximadamente 24 (vinte e
quatro) horas, gerando demandas fisiológicas distintas das práticas esportivas
individuais.
Os fatores que proporcionam essas
influências diferem o “age group” da categoria elite. A primeira determinante
do sucesso no triatlo é a capacidade de sustentar um alto percentual de
despediu energético por um prolongado período de tempo.
Estudos têm mostrado que os
triatletas da elite e os amadores do sexo masculino têm estatura média de 179 cm (O’Toole et al, 1995. HUE et al, 1999.
DENADAI e BALIKIAN JUNIOR, 1995. DEVITO et al, 1995. BONSIGNORE et al, 1998.
HAUSSWIRT et al, 1999. SCHABORT et al, 2000), enquanto que os ciclistas
profissionais apresentam a estatura aproximada de 179,75 cm (PADILLA et al,
2000. GNEHM et al, 1997. LIEDL et al. 1999. FERNANDEZ-GARCIA et al. 2000. DRABBS
e MAUD, 1997). Verifica-se, assim, que ambos os tipos de atletas apresentam
estaturas similares. Os corredores de 10 km apresentam uma estatura média de 177,68 cm (ROECKER et al,
1998), mostrando-se mais baixo do que os triatletas. Segundo SLEIVERT, G. S. e
ROWLANDS, D. S. (2000), os nadadores de fundo apresentam estatura média (185 cm), mais alta do que os
ciclistas profissionais e do que os triatletas.
Característica antropométrica –
estatura média de
triathletas apresentados em diversos
estudos.
Estudo
|
n
|
ESTATURA (cm)
|
Albrecht et al. (1986)
|
9
|
181,6
|
Kohrt et al. (1987)
|
8
|
179,4
|
Kreider (1988)
|
9
|
179,4
|
Roalstad (1989)
|
10
|
181,9
|
Schneider et al. (1990) [elite]
|
10
|
179,3
|
Sleivert and Wenger (1993)
|
18
|
180,0
|
Miura et al. (1997)
|
17
|
171,1
|
Hue et al. (1998)
|
7
|
180,4
|
M
|
11
|
179,14
|
SD
|
4,14
|
3,40
|
Fonte: Hue, O., Le-Gallais, D. Boussana, A.
Chollet, D. e Prefaut, C. 2000, p. 104.
Os dados antropométricos são
de grande importância para os triathletas. Os atletas com comprimentos maiores
podem ter alguma vantagem sobre os atletas com comprimentos corporais menores,
devido ao maior comprimento de alavancas, promovendo assim, uma melhor
capacidade de deslocamento por amplitude de movimentos maiores com uma menor
freqüência de movimentos (TOWNSEND, M. A. R, 1995).
Segundo Toussaint, H. M. (1990), os nadadores
apresentam uma maior distância por braçada e uma menor freqüência do que os
triatletas (1,23 m
x 0,92 m)
proporcionando uma maior velocidade de deslocamento (1,17 m.s-1 x 0,95 m.s-1).
Toussanit verificou que os triathletas gastam mais energia para produzir
movimento (45 W) do que os nadadores (32 W) e, que os triatletas despendem mais
tempo fazendo treinamento para desenvolver as qualidades físicas realizando
pouco trabalho para desenvolver a técnica do nado crawl. Contudo, em seus
estudos não foram verificadas as influências dos comprimentos corporais nas
alavancas.
A atualmente a elite do
triathlon, que compreende os atletas de alta performance tem uma população de
50 atletas olímpicos (ITU, 2001).
A média de idade dos atletas de
triathlon de alto rendimento do Rio de Janeiro é aproximadamente de 28,13 ± 5,60 anos,
peso igual a 68,31 ± 6,05kg e estatura com 176,10 ± 3,41cm. Para o mesmo grupo o percentual
de gordura corporal, utilizando o protocolo de Pollock, com sete dobras
cutâneas, foram 4,9 ± 1,45%.
Utilizando o protocolo de Faulkner, foram de 9,5 ± 0,74%.
No mesmo estudo os valores médios do
somatotipo caracterizaram os atletas como meso-ectomórfico (1,55 - 4,22 -
2,99). O valor baixo para o componente endomorfico parece este associado ao
grande volume de treinamento. Entretanto o valor alto para o componente
mesomórfico pode esta associado ao pratica da natação e ao elevado componente
neuromuscular do ciclismo.
Os valor médio do consumo máximo
de oxigênio VO2
max de 66,76 a
73,06 ml.kg-1.min-1. Diferentes estudos tem mostrado
valores variados para o consumo de oxigênio, principalmente devido ao n dos
estudos e os diferentes níveis de performance de cada grupo. Segundo, HUE, O.
et al. (2000) os valores do VO2max no cicloergômetro e na esteira em triatletas
de elite (75,9 ± 5,2 e 78,5 ± 3,6 ml.kg-1.min-1 respectivamente) apresentam uma
diferença de apenas 3,31%.
O estudo dermatoglífico dos triathletas de alta performance do Rio de Janeiro, apresentou na configuração gráfica dos dedos: A (arco) = - 0,10 a 1,8; L (presilha) = 4,6 a 8,4; W (verticilo)= 1 a 4,8; D10 (índice delta)= 9,8 a 14,8; SQTL (somatório da quantidade total de linhas)= 90,8 a 146,4. A seguinte formula digital (%) analisada: ALW=10%, 10L=20%, L>W=40% W>L=30%. A presença do laço nos triatlhetas avaliados está associada à elevada capacidade oxidadativa das fibras intermediárias e a adaptação das fibras CR ao alto volume de treinamento. A intensidade média mantida nessas provas acima esta acima de 85% do VO2 max, aonde são solicitados as fibras de Tipo I, Tipo IIa e IIb, para a manutenção da atividade.
A quantidade encontrada para o índice SQTL (118,6 ± 44,92)
caracteriza um misto entre força relativa e resistência física. Esses dados
mostram-se significantes quando comparados aos dados apresentado por Abramova, et al (1995) para os ciclistas de estrada
(139,1 ± 28,3) e de velódromo (128,1 ± 34,1).
A quantidade de arcos “A” (6%)
encontrado neste grupo aproxima-se do apresentado por Abramova et al. (1995)
(A= 1,8%) para o ciclismo de estrada, o aumento do percentual de presilhas “L”
(65%) está próximo ao valor apresentado pelo mesmo autor (63,5%), enquanto o
percentual de verticilo “W” (29%) assemelha-se ao percentual de 27%.
Marco Angelo treinamento esportivo termina o ano com sucesso no XCM e na Natação.
Geraldo Sena e Alex Pontes terminam o ano com sucesso total.
http://www.youtube.com/watch?v=DIxZRewkUwE&feature=youtu.be
http://www.youtube.com/watch?v=DIxZRewkUwE&feature=youtu.be
A M.A. Treinamento em uma semana vitoriosa tem dois atletas no pódio.
O atleta da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, Vasco da Gama e MA Training, Alex Pontes conquista o terceiro lugar no pódio do Campeonato Panamenricano e Sulamericano de Natação Master. Geraldo Sena, depois de 2 dias provas duríssimas, fui coroado com o quarto lugar no Wol-Extreme Saqurema, Rio de Janeiro.
Sena relata que foi uma das provas mais dura que já fez, tanto física como tecnicamente e ficou muito feliz com o resultado.
Sena relata que foi uma das provas mais dura que já fez, tanto física como tecnicamente e ficou muito feliz com o resultado.
Rei do Mar - Alex Pontes.
Na disputa entre os atletas associados pela ABMN, Diana Negrão foi a
campeã da categoria geral feminina e na geral masculina, Alex Rodrigues
Pontes subiu ao lugar mais alto do pódio.
III JOGOS BRASILEIROS MÁSTER NA ACADEMIA DJAN MADRUGA.
Foram
quebrados 5 recordes nas provas de natação dos III Jogos Brasileiros
Máster realizados no sábado (15/10/2011) na academia Djan Madruga no Rio de
Janeiro, todos os recordes aconteceram na prova de 1500 m livre e foram
as “meninas” quem mais brilharam pois elas estabeleceram 3 recordes
brasileiros.
Masculino: 40-44
1° Alex Pontes 19’32”74
C.R.VASCO DA GAMA - GUARDA MUNICIPAL RJ - MATREINAMENTO.
Fonte: http://djanmadruga.com.br/index.asp?pg=eventos_detalhes.asp&id=68
Fonte: http://djanmadruga.com.br/index.asp?pg=eventos_detalhes.asp&id=68
Atleta da GM-Rio participa do XVI Torneio Aberto Brasil Masters de Natação.
O guarda municipal Alex Rodrigues Pontes vai participar do XVI
Torneio Aberto Masters de Natação, que acontece nos dias 24 e 25 de
setembro, na Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto
(RECRA), em São Paulo. Alex disputará três provas nas modalidades 200m
livre, 20m medley e 50m costas.
O GM3 Alex, de 41 anos, é o atual campeão da 1ª e da 2ª temporadas Rei e Rainha do Mar na categoria master. O atleta é também o primeiro colocado no Campeonato Estadual de Inverno Master com quatro medalhas: duas de ouro (200m livre e 400m livre) e duas de prata (100m medley e 200m medley); vencedor do Circuito Estadual Master de natação, Alex conquistou quatro medalhas de ouro, nas modalidades 400m livre, 100m livre, 200m medley e nos 1500m livre. Alex ainda bateu o tempo recorde do circuito na categoria máster, mais de 40 anos. Na 3ª Rodada Estadual Master de Natação, conquistou uma medalha de ouro na categoria 800m livre.
Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/gmrio/exibeconteudo?article-id=2157108
O GM3 Alex, de 41 anos, é o atual campeão da 1ª e da 2ª temporadas Rei e Rainha do Mar na categoria master. O atleta é também o primeiro colocado no Campeonato Estadual de Inverno Master com quatro medalhas: duas de ouro (200m livre e 400m livre) e duas de prata (100m medley e 200m medley); vencedor do Circuito Estadual Master de natação, Alex conquistou quatro medalhas de ouro, nas modalidades 400m livre, 100m livre, 200m medley e nos 1500m livre. Alex ainda bateu o tempo recorde do circuito na categoria máster, mais de 40 anos. Na 3ª Rodada Estadual Master de Natação, conquistou uma medalha de ouro na categoria 800m livre.
Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/gmrio/exibeconteudo?article-id=2157108
Técnica da corrida de fundo.
A técnica precisa da brasileira Adriana da Silva otimza a performance e, leva o ouro e o recorde na maratona feminina no Pan 2011 (México, Giadalajara). Observe a fase de ataque e apoio no solo, além da flexão de joelhos da perna contrária, que permite um grau maior de inclinação à frente, maior velocidade e menos impacto nos joelhos.
Treino de XC no (15/10) sábado na Reserva Biológica do Tinguá.
A entrada principal do parque fica na cidade de Mesquita. Existem 12 cachoeiras no Parque. Há no interior do Parque um Casarão da época do Império. Trilha do Pau Pereira, perto da cachoeira Véu da Noiva e do Casarão.
Como chegar a reserva:
De automóvel - via Pres. Dutra até o km 180; dobrar à direita no motel
Medieval; seguir pela Av. Henrique Duque Estrada Mayer (Estrada de
Adrianópolis) cerca de 4,5km até o CEFET, onde um pouco mais à frente há
uma placa sinalizando o caminho para Tinguá; dobrar à direita. Em Vila
de Cava, seguir o fluxo de carros no cruzamento (posto REPSOL), lá fica
um ponto de informações turísticas.
Para quem para nas ciclovias...Faz isso aqui senhor prefeito!
Prefeito arrebenta carro de mané que para na ciclovia.
http://www.youtube.com/watch?v=IvGaSct3cJk&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=IvGaSct3cJk&feature=player_embedded
Curso de corrida 5k/42k.
Primeiro curso de corrida voltado para corredores de provas de fundo,
triathletas, praticantes de trekking e corrida de aventura. O curso acontecerá em um sábado, dia 20 de agosto de 2011. No curso será ensinado como realizar uma análise biomecânica digital usando recursos gratuitos, além de exercícios de treinamento e educativos, métodos avançados de teinamento e a fisiologia aplicada a corrida de rua.
César Cielo faz exercícios de força em Londres.
César Cielo faz exercícios de pliométricos de força e potência em Londres, seguindo uma metodologia de treinamento neuromuscular global, onde as ações musculares são empregadas para produzir força, equilíbrio, estabilidade e uma melhor interação intra e intermuscular.
Fonte das imagens: http://esporte.uol.com.br/album/110620preparatorioabertoparis_album.jhtm?abrefoto=2#fotoNav=12
Treino na rio-terê com a lenda do triathlon internacional Sérgio Cordeiro.
No sábado dia 4 de abril, em meio a uma manhã fria, mas com algum sol, pude desfrutar durante o treino de ciclismo da inscrível companhia, do meu amigo e da lenda do triathlon, Sérgio Cordeiro, que esta treinando para mais um DECAIRONMAN.
Após parar meu carro na estrada e preparar o equipamento para o treino, vi uma lenda se aproximar, de capacete aero em sua bike, semblante tranquilo em meio a ventania que soprava na direção de terê, isso significava que a volta seria cruel. Montei na bike, aproveitei a ajuda do vento para alcançá-lo. Em meio ao meu treino de 100km, ele pedalaria 180km, batemos altos papos, e lembramos de alguns treinos para o iron, como os de janeiro a um sol de 40°, de quantas vezes saímos pedalando de Brás de Pina, sua casa para fazer 120km. No domingo o seu treino seria de 60km de corrida.
Video postado no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=1YsQNcp9NNU&feature=related
Após parar meu carro na estrada e preparar o equipamento para o treino, vi uma lenda se aproximar, de capacete aero em sua bike, semblante tranquilo em meio a ventania que soprava na direção de terê, isso significava que a volta seria cruel. Montei na bike, aproveitei a ajuda do vento para alcançá-lo. Em meio ao meu treino de 100km, ele pedalaria 180km, batemos altos papos, e lembramos de alguns treinos para o iron, como os de janeiro a um sol de 40°, de quantas vezes saímos pedalando de Brás de Pina, sua casa para fazer 120km. No domingo o seu treino seria de 60km de corrida.
Video postado no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=1YsQNcp9NNU&feature=related
Artigo sobre marcadores de lesão celular.
Revista Brasileira de Medicina do Esporte
Print version ISSN 1517-8692
Rev Bras Med Esporte vol.14 no.6 Niterói Nov./Dec. 2008
doi: 10.1590/S1517-86922008000600015
ARTIGO ORIGINAL
Níveis comparativos de estresse oxidativo em camundongos em duas situações do limite orgânico: overreaching induzido por treinamento de natação e câncer.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922008000600015&script=sci_arttext
Resultado do Atleta Alex Pontes da MA Treinamento/ Guarda Municipal do Rio de Janeiro.
O guarda municipal e alteta Alex Rodrigues Pontes é sagra-se campeão da II Rodada Estadual Master de Natação dias 21 e
22/05/2011 que ocorreu no Parque Aquático do Olaria Atletico Clube, vencendo as provas:
400 METROS LIVRE MASCULINO MASTER
100 METROS LIVRE MASCULINO MASTER
200 METROS MEDLEY MASCULINO MASTER
1.500 METROS LIVRE MASCULINO MASTER.
400 METROS LIVRE MASCULINO MASTER
100 METROS LIVRE MASCULINO MASTER
200 METROS MEDLEY MASCULINO MASTER
1.500 METROS LIVRE MASCULINO MASTER.
Atletas dos EUA começam a testar camiseta com sensor de medição de desempenho
Todos os anos as páginas de esporte dos jornais publicam matérias sobre o último atleta lesionado. Não é novidade que treinadores e times levam seus atletas aos limites do que um corpo humano suporta para tirar deles o máximo de aproveitamento nas suas modalidades, o que transforma as lesões em um efeito colateral comum; se isso é correto ou não cabe aos especialistas em medicina esportiva responder. O caso é que uma empresa chamada Under Armour criou uma nova ferramenta para medir esses limites e o desempenho dos atletas durante sua atuação.
Uma camiseta chamada de Under Armour E39 já está sendo testada pela NFL (a liga estadunidense de futebol americano) durante sua temporada de caça a novos talentos em universidades dos EUA.
Nessa camiseta está embutido um sensor equipado com um acelerômetro de três eixos, um processador e memória capaz de armazenar até 2GB de dados. Durante o treino, esse sensor monitora os batimentos cardíacos e a respiração do atleta, o que até já é comum em certos aparelhos, mas o E39 vai um pouco além.
Um sistema interno é capaz de analisar os movimentos individuais do atleta, além de dados biométricos, para ajudar a identificar problemas de desempenho.
O sistema é tão sofisticado que é possível analisar cada passada do atleta o que, no caso de um corredor ou de um jogador de futebol, pode identificar problemas de sincronia ou de queda na velocidade linear. Os dados podem ser usados posteriormente em treinamentos de força – para aumentar a explosão – ou de resistência.
Os dados coletados pelo aparelho podem ser baixados para celulares ou laptops usando Bluetooth, mas a Armour já enxerga um futuro onde esses dados poderão ser enviados para os treinadores, técnicos e médicos em tempo real.
Fontes: Por Leonardo Carvalho, http://tecnologia.br.msn.com/noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27841787
Engadget / Wired
Biomecânica da Corrida
Posicionamento do Corpo
Os membros superiores
O deslocamento do CG para frente, com aumento da distância de força (d), depende da velocidade da corrida, do grau de inclinação do corpo e da amplitude de flexão do quadril.
Há uma grande diferença entre a marcha e a corrida. Durante a marcha ocorre o apoio do calcâneo com o solo a fim de facilitar o balanço, devido a baixa velocidade de deslocamento dos membros e a grande carga criada pela estensão do membro inferior, produzindo um forte apoio (impacto) e uma força de frenagem se a mecânica não for trocada no ato de correr.
O toque chapado dos pés com o joelhos semiflexionados reduz a força e a direção do impacto, que não se incide mais na sentido da patela e do acetabulo e anula força de frenagem.
O movimento pendular dos membros superiores auxilia o torque escapular economizando trabalho muscular e ajudando a neutralizar o torque de giro pélvico.
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