A
demanda fisiológica da prática seqüenciada das três modalidades é única”
(SLEIVERT; ROWLANDS, 2000, p. 4). O atleta de triathlon de alta performance
deve possuir características próprias para a modalidade (ITU, 2001). A primeira determinante do sucesso no triatlo
é a capacidade de sustentar um alto percentual de despediu energético por um
prolongado período de tempo” (O’TOLLE; DOUGLAS, 1995, p. 251).
O consumo máximo de oxigênio
(VO2) é um fator determinante na performance (LAURSEN, P.B. e RHODES, E. C.,
2001). Quando as distâncias do triathlon
aumentam a relação entre o VO2max e o
tempo de performance diminuem (O’TOOLE, M. L. e DOUGLAS, P. S. 1995). O VO2max ou a PMS, em
teste no cicloergômetro, mostra alta correlação com o tempo nos 40km de
ciclismo e o tempo completo da prova (r= -0,91 e -0,86, respectivamente)
SCHABORT, E. J e col. (2000). Não há
relação entre LA e o IRONMAN. Não existe diferença significativa entre o VO2max
e os limiares ventilatórios mensurado na esteira e cicloergômetros em
triatletas de elite.
A posição abaixada no ciclismo gera
diminuição da capacidade de difusão pulmonar pela diminuição da capacidade
inspiratória máxima, provocando um aumento da taxa de trabalho do diafragma que
gerou um quadro de edema. A capacidade inspiratória máxima tende a aumentar
durante a corrida após o ciclismo revertendo o quadro edemático.
Dados importantes mostram:
- Aumento na VE/VO2 no segmento corrida após o ciclismo.
- Diminuição da PaO2 e DLCO2 no segmento corrida após o ciclismo.
- Efeitos da transição C-R podem durar 8 minutos.
- O vacúo reduz em até 30% no gasto energético.
- Lactato no final da natação foi de 8,4 ± 0,5 mmol/L, com o uso do vácuo 4,0 ± 0,3 mmol/L.
- Lactato no final do ciclismo os valores encontrados foram de 8,4 ±0,5 mmol/L, com o uso do vácuo 4,0 ± 0,3 mmol/L.
- Lactato no final da corrida mostrou uma concentração de 7,6 ±0,4 mmol/L, enquanto com o uso do vácuo a concentração de lactato no sangue ficou em torno de 4,1 ±0,7 mmol/L.Continua.