Tamanho do pedivela e a performance no mountain bike
Original Article
Influence of crank length on cycle ergometry performance of well-trained female cross-country mountain bike athletes
Paul William Macdermid and Andrew M. Edwards Abstract
The aim of this study was to determine the differential effects of
three commonly used crank lengths (170, 172.5 and 175 mm) on performance
measures relevant to female cross-country mountain bike athletes (n =
7) of similar stature. All trials were performed in a single blind and
balanced order with a 5- to 7-day period between trials. Both saddle
height and fore-aft position to pedal axle distance at a crank angle of
90° was controlled across all trials. The laboratory tests comprised a
supra-maximal (peak power-cadence); an isokinetic (50 rpm) test; and a
maximal test of aerobic capacity. The time to reach supra-maximal peak
power was significantly (P < 0.05) shorter in the 170 mm (2.57 ± 0.79
s) condition compared to 175 mm (3.29 ± 0.76 s). This effect
represented a mean performance advantage of 27.8% for 170 mm compared to
175 mm. There was no further inter-condition differences between
performance outcome measurements derived for the isokinetic (50 rpm)
maximum power output, isokinetic (50 rpm) mean power output or indices
of endurance performance. The decreased time to peak power with the
greater rate of power development in the 170 mm condition suggests a
race advantage may be achieved using a shorter crank length than
commonly observed. Additionally, there was no impediment to either power
output produced at low cadences or indices of endurance performance
using the shorter crank length and the advantage of being able to
respond quickly to a change in terrain could be of strategic importance
to elite athletes.
Keywords Propulsion - Cranks - Bike position - Levers
www.springerlink.comEsporte e o papel do profissional de Educação Física nas provas e competições.
Atletas só deveriam poder se escrever em provas e eventos mediante autorização de um profissional de Educação Física devidamente registrado e credenciado. Isso não é reserva de mercado, até seria justo que fosse, mas é para garantir o que está inscrito na Constituição, pois são muitos os competidores que se escrevem em eventos e competições sem os devidos controles em termos do que ele pode fazer e coloca a própria vida e as dos outros em risco.
(Projeto que está elaborando e em encaminhado ao Congresso Nacional)
O código de defesa do consumidor e a elaboração de programas de atividade física.
PROGRAMAS DE ATIVIDADES FÍSICAS
Elaboração dos programas
a. Obedecerá ao código de defesa do consumidor
Quanto à comercialização na prestação de serviços por profissionais de Saúde
Quanto a comercialização na prestação do serviço:
Código de Defesa do Consumidor
Lei – 8.078 de 11 de setembro de 1990
O Código de Proteção ao Consumidor norteia o envolvimento entre o
profissionais e o cliente que define as seguintes observações:
Art.
14 – O fornecedor de serviços responde, independente da existência de
culpa, pela reparação dos danos causados ao consumidor, por defeitos
relativos á prestação de serviços, bem como por informações
insuficientes ou inadequados sobre sua função e riscos.
Art. 61 –
São Considerados direitos básicos do consumidor a proteção da vida,
saúde e segurança contra riscos provocados por práticas no fornecimento
de produtos e serviços considerados nocivos ou perigosos.
Art. 63 – É
obrigação do fornecedor informar adequada e claramente sobre os
produtos e serviços prestados, com especificação correta da quantidade,
características, composição, qualidade e preço, bem como os riscos que
eles apresentam.
Treinamento e redução da gordura corporal
Mitos quanto à prescrição do exercício e a queima de gordura corporal.
Primeiro vamos entender um pouco sobre os objetivos do treinamento físico: 1) todo treinamento é neuromuscular (alguém já viu um coração correndo pelas ruas?); 2) o tamanho da massa corporal envolvida no exercício, a sua intensidade e a sua duração determinam o nível de participação do sistema cardio-vascular e respiratório, que supriram as necessidades energéticas das células dos músculos envolvidos no movimento e, 3) nem todo exercício como corrida, ciclismo e natação vão favorecer a redução da gordura corporal pela sua utilização como fonte de energia durante o exercício, depende do nível do esforço físico.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam você não precisa se matar durante o exercício para aumentar o consumo de gordura, pois o consumo de gordura está relacionado com a intensidade, isto pode ser explicado fisiologicamente pela relação entre o consumo de oxigênio durante o esforço (o que a célula é capaz de absorver e utilizar) e a produção de íons de hidrogênio pela gordura, que é altíssimo quando a gordura é metabolizada. Assim os exercícios de baixa intensidade são os mais indicados para aumentar o consumo de gordura corporal. Mas o que é intensidade baixa e qual a duração recomendada?
Normalmente a intensidade está relacionada o nível de esforço induzindo ao sistema cardio-vascular e respiratório, sendo indicado pela freqüência cardíaca (batimentos por minutos) e pelo consumo de oxigênio. A baixa intensidade é relacionada aos esforços em que a resposta do sistema cardiorrespiratório em relação ao nível de repouso é faz com que a frequência cardíaca e a ventilação pulmonar se elevem pouco em relação ou repouso. Para a maioria dos indivíduos esta intensidade fica na faixa de 120 a 160 bpm. Esforços mais intensos serão sustentados pelo metabolismo dos carboidratos que é capaz de produzir energia de forma mais rápida. Porém a duração do exercício é fundamental para que ocorra um alto gasto de gordura corporal.
Vamos entender:
Para cada litro de oxigênio consumido durante o exercício (O2) há um gasto de 5 kcal. Logo, um indivíduo com 75 kg e um consumo máximo de oxigênio (VO2 max) de 5,25 litros/minuto ou 70 ml/kg/min será capaz de consumir 26,25 kcal/min de exercício. Porém, nesta intensidade o exercício só pode ser mantido entre 3 a 5 minutos e a energia requerida vem da síntese da glicose presente na célula muscular. Contudo mantendo-se a intensidade próxima de 130 bpm ou 40% do VO2 max, ainda 60% da FC max, nosso aluno consumirá 2,1 litros de O2/min que corresponde 10,5 kcal/min.
Então se ele mantém o esforço por 30 minutos consumirá (30 x 10,5= 315kcal) 315 kcal que nessa intensidade é suprido pelo metabolismo das gorduras. Mas para cada grama (g) molécula de gordura metabolizada 9kcal são gastos, assim serão metabolizados (315kcal / 9g= 35g) 35 gramas de gordura. Mesmo que o nosso aluno tenha 6% de gordura corporal que corresponde a 4,43 kg de gordura há muita gordura para ser “queimada” e as 35 gramas rapidamente serão repostas pela alimentação.
Interval Training for Performance: A Scientific and Empirical Practice Special Recommendations for Middle- and Long-Distance Running.
In 1910, it was possible to measureVO2 during exercise but no athletes were tested for training improvement. However, in 1912, the 10 000m Olympic championship runner, Hannes Kolehmainen (Finland), had already used interval training at the specific 10km pace. He had trained using 5 to 10 repetitions of 3minutes 5 seconds every 1000m (19km/h). 80 years later the 10km specific interval training is run at 22.7 km/h.
During the 1920s and 1930s, at a time when Hill had invented the concept of VO2max and oxygen deficit to explain the shape of the velocity-time relationship, the great Finnish runner, Pavoo Nurmi (who ran the 5000m in 14 minutes 36 seconds at 20.6 km/h), introduced short interval training at an intensity superior to a specific velocity such as 6 × 400m in 60 seconds at 24 km/h inside a slow run of 10 to 20km in the woods.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
After the second world war, interval training became a widespread training method used by European
runners. Emil Zatopek (Czechoslovakia, triple gold medallist in 1952 in 5000, 10 000m and Marathon events), Gordon Pirie (UK, 3000m in 7 minutes 57 seconds in 1960), Sigfried Hermann (Germany, 800m in 1 minute 48 seconds, and 1500m in 3 minutes 40.9 seconds) trained by Toni Nett, RogerMoens (Belgium), and Vladimir Kutz (USSR, 5000m in 13 minutes 35.0 seconds) all used interval training. The most famous athlete to use interval training was Emil Zatopek who initiated shortinterval training at low amplitudes and running at the critical velocity. His critical velocity, calculated from his personal best in 3 to 10km events according to Ettema,[6] was about equal to 85% vVO2max, that is, 20 km/h, or 1 minute 12 seconds in 400m or lower at (probably) his maximal blood lactate steady state. Indeed, he repeated up to 100 × 400m
repetitions per day, interspersed by 200m of recovery run at a pace close to that of hard work.
Como escolher um bom programa de treino.
Um
programa de treinamento deve desenvolver os mecanismos fisiológicos que
proporcionam energia para a contração muscular. Assim, como as capacidades
funcionais e psicológicas necessárias à prática esportiva ou da atividade
física, onde as sessões de treino devem promover adaptações nos sistemas do
organismo humano a fim de potencializar as suas capacidades funcionais.
Um
programa sistemático de treino deve ser baseado nos princípios do treinamento
esportivo, que regem o processo de adaptação às cargas de treinamento e a
evolução crescente e controlada da sobrecarga a fim de evitar o
sobretreinamento.
A
relação entre a carga de treino mostra que as adaptações só ocorrem quando a
intensidade alcança a capacidade de rendimento individual e um volume mínimo.
Um grande volume com uma intensidade baixa ou um estímulo intenso com um volume
baixo provoca pouca ou nenhuma adaptação. Sendo, esse processo o resultado
entre esforço e recuperação.
A
carga é o estímulo mensurado para desenvolver, aperfeiçoar ou manter os níveis
fisiológicos e funcionais do treinamento. A carga externa provoca reações no
sistema funcional, físico e psíquico do indivíduo. A carga interna é o grau das
modificações orgânicas e de solicitação psíquica provocada pela carga externa.
Deve-se evitar que a estrutura da carga externa não provoque sempre a mesma
carga interna na elaboração do programa de treinamento. E a carga interna é
influenciada por cada componente da carga externa.
Os
componentes internos são influenciados pela parte orgânica e psíquica. Os
componentes da carga externa do exercício são:
1. Intensidade
2. Duração
3. Intervalo
4. Volume
5. Freqüência
6. Meio
ambiente
Muitos
colegas e atletas me perguntam sobre como devemos proceder para a elaboração de
um programa de treinamento. Em breve estará disponível um manual prático e objetivo que visa responder de forma clara e prática as questões relativas o treinamento físico e esportivo, seguindo a
cronologia da elaboração de um bom programa.
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